Política

Augusto Cury passa pela Expointer e é cercado por apoiadores em Esteio: “Não dependo do dinheiro do poder”

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PUBLICADO 02/09/2026
 
Augusto Cury passa pela Expointer e é cercado por apoiadores em Esteio: “Não dependo do dinheiro do poder”
 
Logo na chegada, o escritor foi cercado por apoiadores, principalmente estudantes de escolas que visitam o Parque de Exposições Assis Brasil
O candidato à Presidência, Augusto Cury (Avante), participou nesta terça-feira (1º) da Expointer em Esteio. Logo na chegada, o escritor foi cercado por apoiadores, principalmente estudantes de escolas que visitam o Parque de Exposições Assis Brasil.
 
A chegada do presidenciável estava prevista para as 10h30, já que mais cedo tomou café da manhã com empresários em Cachoeirinha, na região metropolitana. No parque, o primeiro compromisso agendado era uma conversa com o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), para, na sequência, interagir com o público presente.
 
Ao chegar na Expointer, os planos começaram a mudar, já que dezenas de visitantes paravam o candidato a cada passo, impossibilitando seu avanço. Adolescentes pareciam animados ao conhecer o presidenciável, que pacientemente parava para conversar com grupos de jovens.
Em uma destas conversas mais próximas, Cury reforçou que o país precisa vencer a polarização, citando o exemplo do GreNal, em que gremistas e colorados possam sentar na mesma mesa, mesmo que existam divergências. “Temos que parar com essa guerra de egos, necessidade neurótica de poder. Um querer ser melhor do que o outro, transformar ideias diferentes em inimigos a serem abatidos. Isso está errado! Divergir é a beleza da democracia e vocês [jovens] precisam levar isso adiante.”
 
“Não dependo do poder”
 
Segundo o escritor, sua candidatura não tem objetivo de se perpetuar no governo. “Eu não dependo do poder, não dependo do dinheiro do poder. Nem queria falar isso, mas sobre o salário do presidente, se nós chegarmos lá e furar a bolha, o que é difícil. Eu respeito quem precisa do salário, cada deputado, presidente ou governador, mas eu não preciso. Vou usar o valor para financiar duas microempresas de alunos de escola pública por mês.”
 
Aproveitou ainda a presença da esposa para brincar com a companheira. “E falei para minha esposa: se ganharmos, esqueça o cartão corporativo.” E Suleima Cabrera Farhate Cury entrou na jogada. “A ideia foi minha”, riu. 
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